"Desde os tempos de Miguel Ângelo que os escultores escondiam as lacunas dos seus trabalhos derramando cera em falhas e rachas e tapando-as depois com pó de pedra. Este método era considerado uma farsa, pelo que a escultura "sem cera" - literalmente sin cera - era considerada uma peça de arte "sincera". A expressão ganhou uma tal popularidade que até aos dias de hoje há quem preceda a assinatura das suas cartas com um "sinceramente", uma promessa de que estas são escritas "sem cera" e que as suas palavras são verdadeiras (Brown, 2009:402)".
In BROWN, Dan (2009). O Símbolo Perdido. Lisboa, Bertrand Editora.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
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