Cem erros!

Cada vez que leio um artigo de jornal, uma tese, um comentário de blog, um comentário no facebook... reparo que os erros estão muitas vezes presentes. Este blog nasce com o intuito de tentar esclarecer alguns desses erros e também "guardar" algumas regras importantes da nossa gramática tão complicada e cheia de excepções.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Sin cera

"Desde os tempos de Miguel Ângelo que os escultores escondiam as lacunas dos seus trabalhos derramando cera em falhas e rachas e tapando-as depois com pó de pedra. Este método era considerado uma farsa, pelo que a escultura "sem cera" - literalmente sin cera - era considerada uma peça de arte "sincera". A expressão ganhou uma tal popularidade que até aos dias de hoje há quem preceda a assinatura das suas cartas com um "sinceramente", uma promessa de que estas são escritas "sem cera" e que as suas palavras são verdadeiras (Brown, 2009:402)".

In BROWN, Dan (2009). O Símbolo Perdido. Lisboa, Bertrand Editora.